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Thiago Coelho

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Best Posts by Thiago Coelho on LinkedIn

Você já pediu demissão do seu chefe? Eu já!

Em uma das empresas em que eu trabalhei eu tive um chefe muito ruim – centralizador, nada preocupado com pessoas, focado nele mesmo. No final, decidi mudar e pedi demissão DELE. Isso mesmo: DELE. Fiquei muito triste porque eu gostava de fazer o que eu fazia.

Importante lembrar que não é preciso pedir para sair da empresa para pedir demissão do seu chefe. Você pode mudar de área, de localidade, de equipe.

Meu objetivo aqui não é falar mal dos chefes ruins que tive na minha carreira. Eu recebi essa reportagem de um colega de trabalho e lembrei desse acontecimento, e dos aprendizados que levei para a vida.

Com isso, eu queria somente reforçar a importância de trabalhar incessantemente para sermos bons chefes, bons gestores de pessoas e, acima disso, líderes (que é diferente de chefe).

Isso ajuda muito com que a empresa atraia e retenha talentos e, principalmente, que os talentos queiram trabalhar com você e que forme bons sucessores que te liberem para crescer.

Empresas são feitas de pessoas. E pessoas trabalham para pessoas. Como consequência, mais de 85% dos colaboradoress deixam o chefe e não a empresa. É uma realidade triste para ambos os lados.

E você, o que opina? Compartilhe para a gente aprender!
Post image by Thiago Coelho
Eu comecei a minha carreira abastecendo as gôndolas de um mercado.

Naquele momento, como promotor de vendas, eu não imaginava que a habilidade de contar histórias seria tão importante para o meu desenvolvimento profissional.

No meu primeiro dia no Hirota Aclimação, arrumando as gôndolas para a inauguração da loja, eu ainda não tinha ideia de que um dia usaria minhas experiências, em empresas como Nestlé e Coca-Cola, para inspirar e liderar outras pessoas.

O chamado storytelling é essencial em qualquer fase da vida profissional, principalmente se o seu objetivo é ocupar cargos de gestão.

Aprendi, ao longo da minha trajetória, que o storytelling cria conexões humanas genuínas. Ou seja, contar minhas próprias histórias – não só sucessos, mas também fracassos – me ajudou a criar um vínculo emocional com minha equipe.

As pessoas se conectam com histórias reais e autênticas. Isso constrói confiança e fortalece os relacionamentos no ambiente de trabalho. Fortalece ainda a sua marca pessoal, algo que caminha com você, independente da instituição na qual trabalha.

Transformar experiências complexas em narrativas acessíveis faz com que as pessoas entendam e retenham melhor o que está sendo comunicado.

Quando apresento um relatório de desempenho, uso exemplos, muitas vezes pessoais, para ilustrar os resultados. Isso torna a informação mais palpável e fácil de compreender.

Uma narrativa bem construída pode mudar percepções, motivar ações e transformar culturas organizacionais. Ao compartilhar meus aprendizados, posso inspirar quem está começando agora a superar desafios e buscar o aprimoramento profissional.

Por aqui, uso essa bagagem para refletir e buscar insights nas experiências alheias. Não teria alcançado tantas pessoas se não falasse com honestidade.

Escutar os outros e a si mesmo é uma característica inerente de um bom storyteller.

Não subestime o poder das suas próprias histórias, por mais que você ainda não tenha um vasto currículo. Note que, já na sua primeira entrevista de emprego, você provavelmente usou o storytelling. Se não conseguiu a vaga, deveria aprimorar essa habilidade.

E você, faz uso do Storytelling? Qual a sua experiência profissional, boa ou ruim, que rende uma excelente história?
Post image by Thiago Coelho
Pedi demissão e voltei para o Brasil.

Em 2021 a minha carreira caminhava para um lugar que eu não queria. Eu não sabia o que fazer e estava muito angustiado.
 
Foi um período muito difícil que me impactou bastante profissional e pessoalmente e, sozinho, eu não estava conseguindo resolver. Eu precisava de ajuda.
 
Decidi buscar pessoas de confiança para dividir comigo essa carga e me apoiar nessa jornada. Minha esposa, mentores, amigos, psicólogo.
 
Nesse processo de alguns eu entendi que as minhas prioridades mudaram e que a minha carreira é um meio para as minhas prioridades e não um fim.
 
Então, reforcei e/ou redefini as minhas prioridades:
1- proteger a minha saúde física e mental. Sem elas, não tem Thiago;
2- apoiar a carreira da minha esposa, que até então foi a grande apoiadora da minha;
3- Estar próximo da minha família, algo que eu sinto falta.
 
Esses pontos me ajudaram em decisões importantes como voltar para o Brasil e mudar o rumo das carreiras. E estamos muito felizes com essas decisões.
 
O mundo é bastante complexo e muitas vezes a vida profissional é muito solitária. Não precisa ser. É importante ter humildade e maturidade para assumir isso e pedir ajuda.
 
Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Não somos super-heróis, somos humanos.

Então, quando precisar, peça!
Post image by Thiago Coelho
Uma decisão errada de carreira me custou dois anos para realizar um sonho profissional.

Após um ciclo de 3 anos como Diretor no Rio de Janeiro apareceu uma oportunidade de assumir um país na Europa.

Seria meu primeiro posto de liderança em um país diferente. Um sonho e um passo de carreira muito importante.

A essa altura, com apoio de gestores e mentores, eu já tinha o meu plano de carreira muito bem desenhado e essa era uma movimentação que fazia total sentido com esse planejamento.

Naquele momento, porém, a empresa estava em reestruturação e o meu gestor me convidou para continuar no Brasil.

Ele não me falou qual era a posição porque ainda era confidencial, mas disse que era algo super importante, que eu iria gostar e que precisavam de mim naquele momento.

Foi aí que falhei comigo mesmo: sem ter nenhum detalhe do que estaria aceitando, descuidei do meu plano e aceitei ficar.

Quando as mudanças aconteceram, fiquei desapontado. A nova função me entregava muito pouco comparado a experiências que já tive.

Em menos de 6 meses eu estava sentado com o meu chefe, pedindo para poder ser substituído e buscar outra coisa. E foi o que aconteceu.

Além de levar mais 6 meses para me mover, levei mais um ano para liderar um país.

Não estou aqui para culpar o meu gestor. Quem aceitou uma vaga e recusou a outra fui eu. Ninguém me obrigou.

Daquele momento em diante eu aprendi duas lições que, hoje, são fundamentais em minhas decisões de carreira:

Primeiro: a minha carreira é MINHA e de mais ninguém. Muita gente pode apoiar, convidar, propor, ser contra… Não importa. No final das contas a decisão final é minha e eu tenho que assumir os impactos dessa decisão.

Segundo: para desviar do meu plano, não tem mais a conversa de “confie em mim” ou de aceitar as coisas sem saber o detalhe do que está sendo proposto e dos desdobramentos dessa decisão.

Apesar das boas intenções das pessoas, elas não sabem qual o impacto daquilo na sua vida. Só você sabe as consequências dessa decisão na sua carreira porque ela é SUA.

E você? Já se apoderou da sua carreira para evitar fazer o que não quer?
Post image by Thiago Coelho
Essa semana assumo a liderança da Cervejaria Estrella Galícia do Brasil!

Estou muito entusiasmado!

Uma empresa de pessoas apaixonadas, com marcas incríveis, com um produto super premium e que recentemente se uniu aos melhores parceiros de negócio para uma expansão nunca vista no País! (Sem dizer que eu já era fãzaço da 1906 😍)

Ou seja, não tinha lugar melhor para estar!

Agradeço a esse time muito maneiro que me recebeu super bem e à Estrella Galícia que abriu as portas para uma oportunidade de carreira e desenvolvimento incríveis!

Agora é hora de fazer o nosso papel: contribuir para o crescimento das pessoas, de São Paulo e do nosso País!

Hoje foi dia de pé na rua e conhecer os nossos clientes.

Saúde!!!

Você já conhece a Estrella Galícia? Me conte!!!
Post image by Thiago Coelho
Eu perdi uma oportunidade de ouro por despreparo.

Em 2004 me indicaram para uma posição na Nestlé Suíça. Imagina a felicidade?! Era um sonho!

Dias após a entrevista, me ligaram. Não passei.

Depois recebi o retorno da pessoa que me indicou: “Você não passou porque a entrevista foi ruim. Falou demais, respondeu mal as perguntas e não demonstrou que você era a pessoa para a vaga!“

Fiquei mal... Pior: depois dessa, eu só teria carreira internacional 15 anos depois!

Assimilei o feedback e fui aprender para não acontecer de novo! Pesquisei, conversei com gente experiente no tema, fiz simulações com colegas e mentores...

Aprendi 5 coisas importantes:

1- Estruturar a narrativa de acordo com o meu público

2- Controlar o meu tempo

3- Ouvir com atenção para responder o que me perguntaram

4- Não preencher o silêncio com besteira

5- Ser verdadeiro. Se perguntam o que não faço bem, tem resposta verdadeira.

São pontos que me ajudam muito até hoje.

A entrevista é um ritual de comunicação e você tem uma coisa a comunicar: eu sou a melhor pessoa para a vaga!

Para transformar sorte em probabilidade, se preparar com estrutura é fundamental. “Suor no treino evita sangue no campo de batalha.“

E você? Já passou por uma dessas?
Post image by Thiago Coelho
Ser homofóbico é uma decisão. Decida não ser!

Sei que nunca é tarde para começar. Mas, neste caso, já demoramos muito!

Se você está atrasado, hoje é uma ótima data para mudar e se orgulhar de ser uma pessoa melhor!

No dia mundial do orgulho LGBTQIA+ ‍🏳‍🌈🏳‍🌈🏳‍🌈, opte pelo respeito. Opte pela diversidade. Opte pelo amor!

Lutemos todos juntos para que o 28 de Junho, num futuro muito próximo, seja somente uma celebração do amor ❤️!

#amor #respeito #diversidade
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