Ela, uma esposa dedicada, mãe de um menino de 4 anos. Ele, um gerente de TI desempregado há um ano. Ambos desempregados. Ela grávida, alagada de hormônios, desesperada. “O que será da nossa vida?”. Ele, com pós-graduação, mas sem oportunidades, novo filho chegando. Vendem o carro, param de comer fora e cortam as férias.
Ela passa a fazer doces e ele sai para entregar de bicicleta. Hoje são felizes proprietários de 3 lojas e filhos crescendo de vento em popa. Comemorarão o dia das mães de forma especial. Que conquista!
Foi fácil? Claro que não!
No começo, falavam que não sabiam fazer mais nada na vida além daquelas maravilhosas planilhas econômico-financeiras do trabalho. Não eram e nunca seriam empreendedores, já que não conseguiam sequer vender um palito de fósforo. Não tinha o que discutir.
Mas estavam errados. Pare de falar que não sabe e que não é capaz. Dê uma cacetada naquele orgulho que no momento não serve para nada na sua vida. Um gerente que agora entrega doces de bicicleta? Qual o problema?
Cada ameaça que se concretiza é uma chance de crescer e mudar. São dificuldades que geram oportunidades. Abandone a euforia, o pânico, o rancor, a vergonha e faça o que tem que ser feito.
Post de Frima Steinberg. Siga o perfil dela para mais insights sobre empreendedorismo.